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All Comments (48) Comments
Seja bem vindo 😊
Happy Birthday!
Eu amo a Homura, mas o final do terceiro filme destruiu a personagem, espero que no quarto filme concertem isso. Também sou da tese que a Homura é a protagonista, todas as coisas que o Fausto (protagonista da obra original) faz e que estão nesse anime, são feitas pela Homura. As coisas que amada do Fausto faz são as coisas que a Madoka faz. O nome do anime se chamar Madoka, a obra no início nos leva a acompanharmos a visão da Madoka, e isso faz gerar uma confusão proposital a fim de esconder o verdadeiro protagonista e a reviravolta da obra. Fica claro a parti do decimo episódio do anime clássico e do filme que a Homura é a protagonista, porque ela que é proativa, que toma as atitudes, que faz as coisas mudarem. É a Homura que faz a história andar, não a Madoka. Conseguir fazer isso bem como esse anime fez é um grande trabalho de roteiro e de personagens.
Sobre o Kyubey já vi algumas pessoas o defenderem, entendo a lógica dos argumentos que apresentam, mas não consigo comprar a ideia que o Kyubey é bom. Não vou ser o advogado do diabo, o bicho é o capiroto mesmo.
Em relação aos cenários, a Shaft adora fazer coisas bem artísticas, com fotografias deslumbrante, e poses chamativas caraterísticas, principalmente com pescoços. Todos os animes da série Monogatari são desse estúdio. Agora sobre os cenários das bruxas e as bruxas em si, até onde sei foi um estúdio europeu contratado pela Shaft que fez unas modelagens a parti de conceitos ucranianos e russos sobre as bruxas. Se eu estiver enganado me corrija.
Por último, o tema proposto de Madoka ser um anime extremamente egoísta e realista por conta das propostas de troca do Kyubey. Eu não gosto de usar a palavra extremamente junto com realismo em um anime e não gosto de fazer um reducionismo disso somente a trocas sugeridas pelo capeta. No entanto, esse é um fator a se considerar, que dá um grau maior de realismo a obra. Toda ação tem uma reação, não existe almoço grátis, os seus desejos tem um preço. A Sayaka rejeita a maçã da Kyouko perguntando qual era a procedência do fruto, porque o custo do egocentrismo era prejudicar a outros, era algo imoral, que ela não acreditava e não deseja seguir.